Buyology: 5 aspetos-chave do Neuromarketing

Certamente já reparou que muitos artigos nos supermercados acabam em 99, ou ainda, que os produtos frescos ou da época se encontram no início das lojas. Já parou para pensar porque cheiram algumas lojas tão bem ou a razão pela qual temos maior apetência para pegar nos produtos mais coloridos ou que se encontrem no meio das prateleiras?

Tudo isto é uma ciência que responde pelo nome de Neuromarketing. Com vinte anos de experiência, Martin Lidstrom é um dos pioneiros do Neuromarketing, sendo o autor de livros como Buyology, Brandwashed, Brandsense ou Small Data, transmitindo-nos a importância do subconsciente e da parte emocional na tomada de decisão dos consumidores.

Mas primeiro…o que é o Neuromarketing?

Neuromarketing é o estudo da resposta do cérebro aos estímulos de marketing.

Esta área tem vindo a ganhar cada vez mais força devido à sua precisão. Para as marcas, permite compreender como os consumidores tomam decisões de compra e se relacionam com a marca, ao mesmo tempo que transmite a verdadeira reação do nosso cérebro a estímulos variados, desde a cor das embalagens, o som das embalagens a abrir, as zonas à qual damos mais atenção numa prateleira de supermercado, até ao impacto das campanhas publicitárias/traillers de filmes e como os consumidores respondem a estes.

Esta ciência foca-se em três aspetos fulcrais: atenção, emoção e memória.

Cinco chaves do Neuromarketing que aprendemos em Buyology:

  1. O neuromarketing, através das suas diversas técnicas de estudo do cérebro, consegue alcançar uma imagem quase perfeita do que sentem e como reagem os consumidores aos estímulos, permitindo às marcas uma estratégia eficaz.

  2. O que os consumidores dizem, nem sempre corresponde ao seu comportamento.

  3. As mensagens subliminares estão em toda a parte e ainda são altamente eficazes.

  4. O posicionamento dos produtos em shows ou filmes, apenas surtem efeito se seguirem uma narrativa.

  5. O estímulo visual por si só não é suficiente. A combinação de sentidos, o que hoje é denominado de marketing sensorial (visão, tato, som e cheiros) é a mais eficaz.