O início de um novo ano letivo implica novos gastos: Livros, material de escrita/desenho, cadernos, equipamento desportivo, etc. Embora muitas das campanhas feitas pelas grandes superfícies visem a implementação de campanhas em descontos diretos ou em cartão, de acordo com o estudo do Observador Cetelem, o valor médio que as famílias apontam para as compras escolares é de € 487, um aumento de 22% relativamente ao período homólogo (€ 399).

Essas mesmas campanhas são um altura fulcral para distribuidores dedicados à venda de material escolar e de escritório, tal como acontece com a Staples, onde todos os anos, o regresso às aulas representa aproximadamente 30% das vendas totais da mesma. Por isso mesmo, a campanha deste ano envolve um investimento de cerca de um milhão de euros.

Outro caso recente é a campanha de regresso às aulas do Intermarché, pensada para as novas gerações com novos sonhos e ambições que já não querem ser escritores ou jornalistas mas sim youtubers e bloggers. “O que queres ser quando fores grande?” é a pergunta que marca o ritmo ao trabalho publicitário, presente em loja, rádio, televisão e plataformas digitais até dias 12 de Setembro.

Outros dados relevantes:

  • Um terço dos inquiridos pondera gastar até € 500.
  • Os encarregados de educação que admitem que o valor máximo para estas despesas pode ultrapassar os € 750 desceu 2% para os 7%, em comparação com o ano passado.
  • 35% dos pais com filhos em idade escolar ainda pensa quanto irá gastar.
  • 35% refere ter filhos em idade escolar acima de cinco anos, número que diminuiu 5% em relação ao ano anterior (indicador do envelhecimento da população portuguesa).

Fontes:

https://eco.pt/2018/08/20/regresso-as-aulas-vai-custar-quase-500-euros-a-cada-familia/
https://marketeer.pt/2018/08/21/staples-investe-um-milhao-no-regresso-as-aulas/
https://marketeer.pt/2018/08/20/intermache-ja-pensa-no-regresso-as-aulas/